quinta-feira, 14 de outubro de 2010

E

no meio desses dias todos e dessa vida que vai, gauche que só ela, eu chego a algumas conclusões.
Chocolate é o melhor doce, não tem nada que chegue perto, nada digno de ser comparado ao mais maravilhoso derivado do cacau.
Lô Borges pode viciar, assim como Beirut.
Camus é melhor que Clarice - não, isso não é nada além do óbvio -; os livros e as ideias dele realmente foram dignos de um Nobel.
Por falar em Nobel, o Rubem Fonseca merece um, muito mais do que o Saramago.
A lei de Murphy é a mais pura verdade.
E essas são algumas das poucas certezas que eu tenho. Talvez elas mudem hoje ou amanhã, mas são as certezas de agora.
Quem se importa se tá tudo errado? Eu não.

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