quinta-feira, 29 de julho de 2010

As férias já estão pra acabar e eu realmente não consigo conceber a idéia de ter que acordar às seis da manhã de novo. Mas acho que só de ter ficado um tempo fora da escola já valeu. Afinal, isso é melhor que nada, né?

Descobri que não consegui fazer tudo o que queria, mas mesmo assim foi ótimo. Conhecer gente nova, fazer amigos, ir ao clube, ficar no píer, escrever uma carta, entregá-la, morrer de vergonha, ficar feliz depois disso, ir à praia, ser entendido e entender alguém de um jeito que eu não achava que fosse possível...

Me sinto feliz, apesar de tudo, me sinto bem, e acho que isso é o suficiente.

domingo, 18 de julho de 2010

Férias, enfim.

Ando notando como os sentimentos são interessantes. É engraçado pensar em como as coisas mudam, evoluem.

A vida vai bem, fora a escola. Menos de seis meses e acabou: liberdade. Ou não, vai saber.

Tenho uma carta pra entregar, mas tenho que reescrevê-la. Minha destinatária já anda irritada, cobrando todo santo dia, mas não sei pra quê. Ela já sabe o que tá escrito. Calma, Juju, um dia você vai ler, prometo.

Ouço Philip Glass no momento. Lembra do blog antigo e dá vontade de voltar a escrever nele. Pena (?) que não tenho mais escrito naquele estilo. Ou por preguiça ou por a fonte ter secado mesmo, não sei bem.

Enfim. Vou levando a vida, ou arrastando-a - torto no meu canto; nem sei por que ainda escrevo isso -, talvez por ser gauche feito Drummond.

Às vezes é bom escrever qualquer coisa nesse blog, só pra tirar um pouco de tudo que tem aqui dentro querendo sair mas não tenho tempo de colocar em palavras.

Agora vou-me.

PS: Agradeço à fiel leitura do meu leitor mais assíduo, o senhor José Méugnin, a quem sou muito grato pelo apoio e incentivo.